Primeiro:
iniciam todo e qualquer discurso se vitimizando, colocando-se sempre
como vítimas da sociedade patriarcal opressora. A melanina da pele
de alguém não afeta a capacidade de raciocínio do cérebro, mas
por diversas vezes é isso que eles querem deixar parecer quando
justificam cotas como necessárias para obter alguma chance na fila
dos aprovados no vestibular.
Depois
de toda vitimização, qualquer por mínima que seja a conquista de
alguém, se esse alguém for negro, automaticamente vira um feito
histórico jamais presenciado na história da humanidade. Se for
alguém de outro tom de pele, não tem importância alguma, afinal o
que importa para essas pessoas não é o ser humano em si e sim a
classe social, cultural e política que pertence.
Se
você é negro só tem direito a defesa pelo movimento caso seja de
esquerda, caso seja de direta você é apenas mais um negro que
“acostumou-se com a senzala”, frase que eles consumam usar.
Um
exemplo claro disso é o comentário do cantor Marcelo D2 feito no
Twitter para o Deputado Hélio Negão “To querendo tocar nesse
assunto, super delicado, a alguns dias. E o negão do Bolsonaro hein?
Talvez seja essa a nova nomenclatura pro escravo da casa grande.
Bater palma pro patrão, no caso aqui lamber o coturno do capetão.”,
essa palavras ditas pela boca de alguém conservador seria um
escândalo escancarado e cobrado pelo movimento negro, mas como se
trata de alguém do gabinete do “ódio do bem”, tudo lhes é
permitido e visto até como sensato.
Outra coisa bem absurda é que quando morre uma pessoa inocente na favela ou em qualquer ambiente, não gera a mesma comoção como quando sabemos o tom da pele dela. Na favela só os policiais são culpados pelas mortes de negros, seja nos jornais ou redes sociais, nunca a culpa é do tráfico de drogas e das facções que fazem os policiais subirem os morros para trocar tiros, arriscando a própria vida para tentar dar algum tipo de proteção aos inocentes daquele local. A culpa nunca é das escolhas erradas que majoritariamente os negros fazem ao entrarem no crime. E não, enquanto continuar vendo pessoas trabalhando, mesmo quando são deficientes, debaixo de um sol escaldante para alimentar a família, não irei crer no discuso de vagabundo que fala que entrou pro crime por ser vítima da sociedade que ele assalta diariamente. Não caio nessa.
Outra coisa bem absurda é que quando morre uma pessoa inocente na favela ou em qualquer ambiente, não gera a mesma comoção como quando sabemos o tom da pele dela. Na favela só os policiais são culpados pelas mortes de negros, seja nos jornais ou redes sociais, nunca a culpa é do tráfico de drogas e das facções que fazem os policiais subirem os morros para trocar tiros, arriscando a própria vida para tentar dar algum tipo de proteção aos inocentes daquele local. A culpa nunca é das escolhas erradas que majoritariamente os negros fazem ao entrarem no crime. E não, enquanto continuar vendo pessoas trabalhando, mesmo quando são deficientes, debaixo de um sol escaldante para alimentar a família, não irei crer no discuso de vagabundo que fala que entrou pro crime por ser vítima da sociedade que ele assalta diariamente. Não caio nessa.
Esses
movimentos não enxergam o ser humano, a vida, a família que aquela
pessoa tem para falar algo, eles usam suas dores, suas perdas, seus
conflitos e até ganhos para politizar uma conquista que não lhes
pertence. Toda pessoa importa, gente do bem importa, independente de
ser branco, negro, indígena, como for, é o ser humano que importa e
não o tom da pele, quando começarem a entender isso entenderão que
não necessitam de movimento nenhum para defendê-los, pois
entenderam que são capazes de lutar por si mesmos.
Mostrando a contradição de maneira prática, o “movimento negro” idolatra um negro que escravizava outros negros, Zumbi dos Palmares. O movimento militante, idolatra o ditador Zumbi, mas quase nenhum conhece o Luís Gama, que fez muito mais pelos negros do que todo o movimento negro junto já fez desde a sua existência de militância.
Mostrando a contradição de maneira prática, o “movimento negro” idolatra um negro que escravizava outros negros, Zumbi dos Palmares. O movimento militante, idolatra o ditador Zumbi, mas quase nenhum conhece o Luís Gama, que fez muito mais pelos negros do que todo o movimento negro junto já fez desde a sua existência de militância.
E
antes que comece O mimimi, quem escreve isso é uma pessoa negra que
não faz parte da classe rica da sociedade, duas coisas totalmente
irrelevantes que não servem de critério para definir minha
capacidade. Não é motivo para queda e nem elevação do meu ego o
fato de ser uma pessoa negra.

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